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Peça questiona o efeito invasivo das “selfies”

O palco do Teatro Aveirense torna-se, amanhã à noite, um laboratório sociológico para uma criação que nasce de uma parceria entre o encenador João Garcia Miguel e o pintor Eddy Becquart

A partir de Francisco de Holanda, pintor renascentista que refletiu sobre a arte do ser no livro “Do Tirar Pelo Natural”, João Garcia Miguel convidou o coreógrafo Eddy Becquart e seis bailarinos para uma criação multidisciplinar que interroga o olhar, os retratos e as formas como a nossa relação com o natural é mediada pela tecnologia.
Amanhã, às 21.30 horas, o palco principal do Teatro Aveirense recebe o espetáculo “Do Tirar Pelo Natural”, com bilhetes ainda disponíveis a cinco euros e a promessa de João Garcia Miguel de que o público vai ser desafiado a pensar profundamente na sua individualidade e na sua liberdade de expressão.
Embora com mais de cinco séculos de distância, «é surpreendente como o texto de Francisco de Holanda (1517-
-1585) se mantém atual e pertinente, e dá dicas preciosas de questionamento», afirmou o diretor artístico ao Diário de Avei­ro, feliz com a recetividade que esta criação está a encontrar junto do público por onde passa.

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Fevereiro 26, 2026 . 10:30

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