
Mariscadores da ria temem contaminação e morte de bivalves
O mau tempo tem consequências na sobrevivência dos bivalves da Ria de Aveiro pelo excesso de água doce que tem alimentado os canais, proveniente da chuva que dura há várias semanas, o que pode matar aqueles moluscos, além de outro efeito negativo que se prende com o deslizamento de terras agrícolas que escorrem para os cursos dos rios, desaguando na laguna. Escorrendo as terras de uso agrícola, são arrastados fertilizantes usados na produção a que se junta à água doce, da chuva persistente e intensa, constituindo dois problemas que preocupam o presidente da Associação de Pesca Artesanal da Região de Aveiro (APARA). João Lopes está seriamente preocupado com «os químicos que a água doce traz; vem tudo parar à ria», disse ontem ao Diário de Aveiro.
O dirigente teme a «mortalidade dos bivalves» com sérias consequências na rentabilidade dos mariscadores. Contudo, isso será confirmado a partir de hoje à tarde, quando o estado do tempo começar a melhorar e os mariscadores regressarem à atividade que foi interrompida durante as condições meteorológicas adversas.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:











