
Cibersegurança: fator social é o mais importante
Quebrar o mito de que a cibersegurança é uma «coisa de informáticos» é o principal desafio que João Paulo Barraca identifica para os dias de hoje nesta área. «As pessoas ainda têm muito aquela noção de que, para estarem seguras, precisam de um antivírus. Mas o que é importantíssimo é que alterem comportamentos», sustenta o diretor do Gabinete de Cibersegurança da Universidade de Aveiro (UA).
A Linha Internet Segura deu conta de que recebeu 949 casos de cibercrime e violência em 2025, um aumento homólogo de 39 por cento face ao ano anterior, sendo as burlas e a extorsão os dois crimes mais reportados. «O que para nós é um ataque, para o atacante é um modelo de negócio. Enquanto não nos ajustarmos a essa realidade, este número tem uma tendência para continuar a aumentar», explica.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










