
Poesia do corpo em movimento no Teatro Aveirense
Explora a resiliência através da dança em cenários de crise, com apresentações agendadas para este mês, incluindo o Teatro Aveirense (dia 20) e Festival GUIdance (dia 14). A obra confronta a finitude e o «frágil vazio do agora», invocando figuras como Fernando Pessoa, Camilo Pessanha, Al Berto e Paul Celan, e as deusas Mahavydias.
“Masterclass” intensiva
Neste contexto, está agendada para dia 18, também no Teatro Aveirense, uma “masterclass” intensiva sobre a temática, focada em estudantes e profissionais de dança.
Esta proposta dirige-se a estudantes de artes performativas e a todos com interesse genuíno em dança e movimento, propondo refletir, através do corpo, sobre essas passagens e presenças frágeis.
«Exploraremos os limiares entre o que desaparece e o que insiste em permanecer, mostrando como a dança pode ser uma via de contínua transformação, resistência e reinvenção do próprio existir», sendo também uma oportunidade para contactar com o trabalho dos coreógrafos, Joana e Hugo, fortemente marcado por interseções com Filosofia, Literatura e uma fisicalidade intensa.










