
São Braz já foi o epicentro da vida religiosa local
A Paróquia de Santa Joana Princesa, na Diocese de Aveiro, começou por ser, em 1969, uma reitoria ou vicariato, instituída pelo bispo D. Manuel de Almeida Trindade para responder ao crescimento populacional de um território concelhio que estava repartido pelas freguesias de Esgueira, Glória e Vera Cruz.
Com a inauguração da igreja, em 1976, a reitoria passou a paróquia definitiva. A abertura do novo templo foi um ponto de viragem. Antes disso, explica o padre Adérito Abrantes, o epicentro da vida religiosa local era a Capela de São Braz, na Quinta do Gato.
No tempo anterior à construção da igreja, Santa Joana estava dotada de duas capelas, São Braz e São Geraldo, na Presa. Foi na Capela de São Braz e no salão contíguo, onde hoje funciona o Restaurante São Brás, «que tudo começou», diz o pároco acerca da criação da nova igreja e da futura paróquia. Além do culto, era aí que se realizavam reuniões, encontros e outras atividades comunitárias. Foi no salão que aconteceu a «reunião popular» que ditou a constituição da Comissão Fabriqueira que esteve na origem da futura paróquia de Santa Joana Princesa, com representantes dos vários lugares.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










