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PSP de Leiria junto de postos de combustível e seguradoras devido a “grandes constrangimentos”

«Também procuramos estar junto das farmácias”, disse fonte do Comando Distrital da PSP à agência Lusa

O Comando Distrital de Leiria da Polícia de Segurança Pública (PSP) revelou hoje que tem elementos junto de postos de combustível e seguradoras na sua área de intervenção, dado existirem “bastantes constrangimentos” nestes locais.

“A PSP está junto dos postos de combustíveis e agências de seguros porque há bastantes constrangimentos sentidos nestes locais. Também procuramos estar junto das farmácias”, disse fonte do Comando Distrital da PSP à agência Lusa.

A área de intervenção da PSP compreende as cidades de Leiria, Pombal, Marinha Grande, Caldas da Rainha, Alcobaça e Peniche, e ainda na vila da Nazaré e em Marrazes (concelho de Leiria).

A mesma fonte adiantou que elementos desta força de segurança estão, igualmente, “junto das grandes superfícies de materiais de construção em Leiria, por causa da forte procura de geradores e materiais de construção”.

A PSP reitera o apelo para que a população se mantenha em casa e só saia “para satisfazer as necessidades críticas” e, neste caso, preferencialmente a pé.

De acordo com esta força de segurança, os carros causam perturbação, “porque existem muitos objetos na via pública”, além de que “as operações de limpeza continuam” e serão perturbadas pelos carros.

Por outro lado, pede às pessoas para que “não deixem os seus tratores e máquinas industriais abandonados”, prevenindo, assim, o furto de combustível.

Entre outras situações, a PSP explicou que teve de “encontrar um cidadão que precisava de tratamento de hemodiálise e até apoiar um cidadão invisual”.

“A PSP está a prestar apoio à sociedade civil, até com o fornecimento de energia elétrica para as pessoas carregarem os seus telemóveis para ligarem aos familiares”, adiantou.

Na sua área de intervenção, a PSP registou nesta fase de mau tempo dois furtos.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.

Janeiro 30, 2026 . 19:30

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