
Eduardo Pina
Gil Cheta conhece as águas da Pateira desde menino
Aos 70 anos, Gil Cheta carrega uma vida ligada à Pateira de Fermentelos, herança familiar que resistiu ao seu percurso na construção civil. Apesar dos sustos na pesca, garante ser o que lhe dá vida
As memórias de Gil Cheta, de 70 anos, fazem com que volte à conhecida Pateira de Fermentelos, onde se recorda do pai a retirar o moliço para fertilizar as terras. Uma prática que, segundo ele, estava presente «em cerca de 80 por cento, ou mais, das casas da região», evidenciando a forte ligação da comunidade à lagoa e às suas tradições, uma vez que, na época a pesca era «o meio de sustento de muitas famílias». Apesar das exigências da construção civil, profissão que exerceu durante décadas, o fermentelense recordou, ao Diário de Aveiro, que nunca deixou a pesca de lado, usando-a como escape e forma de aliviar a rotina diária.
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Janeiro 22, 2026 . 10:30










