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Nem a chuva impediu o cumprir do voto ao Mártir São Sebastião

Este ano, a Procissão das Fogaceiras fez-se no Claustro do Convento dos Lóios, mas as meninas com a fogaça à cabeça mantiveram o protagonismo e o entusiasmo de quem vive a sua identidade

A chuva fez-se convidada, mas a tradição cumpriu-se, ainda, que em formato mais “aconchegante”, com a Procissão da Festas das Fogaceiras a cumprir-se, ontem à tarde, nos Claus­tros do Convento dos Lóios, com saída e retorno à Igreja Matriz de Santa Maria da Feira.
Habitualmente, faz encher de gente as ruas do centro histórico da capital concelhia, mas, desta feita, as 250 Fogaceiras, as autoridades religiosas e civis, grupos de paróquias e instituições do movimento associativo concelhio assumiram o desafio de, mesmo com o contratempo, não deixar cair a tradição de desfilar na tarde da festividade.
Amadeu Albergaria, presidente da câmara, vincou a força de «uma das mais antigas festividades de Portugal», seguramente - disse - «uma das mais belas e mais simbólicas».
As jovens (17 anos) amigas Mafalda Rocha, Rita Almeida e Leonor Silva desfilam com a fogaça à cabeça desde os seus 8 anos. Dessas primeiras procissões recordam a antecipação, mas também o nervosismo, com Mafalda a partilhar que, na primeira, até treinou no dia anterior, «com um livro à cabeça».

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Janeiro 21, 2026 . 08:10

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