
Jackas e a câmara estão de costas voltadas
Carlos Rocha, o conhecido Pai Natal Jackas, foi ontem impedido de aceder ao espaço que, no Museu do Brincar (MdB), em Vagos, tem servido de sede ao Grupo Cénico Arlequim (GCA), o qual assumia a coordenação técnico-pedagógica da unidade museológica.
Como revelou em improvisada conferência de imprensa à porta do equipamento, «apenas» queria recuperar bens operacionais do GCA, em concreto computadores, discos rígidos e impressoras, mas também alguns bens pessoais, como a sua bicicleta.
A relação com a Câmara Municipal de Vagos azedou e parece ter entrado na reta final, com Jackas a sublinhar que, da parte da associação, há vontade de resolver as questões pendentes a bem e no cara a cara, designadamente em reunião com o presidente do executivo vaguense, Rui Cruz.
Refira-se que, contactada pelo nosso jornal, fonte camarária deu conta de que as divergências estão a ser dialogadas com o Grupo Arlequim e que o que houver a tratar será resolvido «através dos canais institucionais».
Carlos Rocha relatou um final de ano de 2025 e início do corrente ano turbulentos, no que diz respeito à relação bilateral, dando conta de que a autarquia decidiu terminar a relação de colaboração com o grupo cénico, informando-o de que aquela cessava a partir de 1 de janeiro de 2026.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










