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Videovigilância sim, mas não em todo o concelho

«Vamos avançar com a videovigilância. Este é um trabalho que já leva maturação, contactos e pormenores muito elaborados. Comprometemo-nos a dar[-lhe] andamento. Mas não vamos criar uma sociedade “Big Brother”», deixou claro Luís Souto, na reunião de câmara de ontem, em resposta ao vereador do Chega

Diogo Machado tinha pedido a palavra, no período de antes da ordem do dia, para trazer a público a preocupação do seu partido face aos «atos de vandalismo e os assaltos ocorridos no concelho de Aveiro desde 2024, com particular incidência no centro urbano e, de forma muito concreta, na Avenida Dr. Lourenço Peixinho». E, seguidamente, informou que «o Chega vai exigir» a inclusão de um sistema integrado de videovigilância urbana, extensivo a todo o concelho de Aveiro, nas Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2026 «com dotação financeira própria, calendário de execução e responsabilidade política assumida pela câmara», indo ao encontro do que defendeu em campanha eleitoral autárquica e assegurando que, com esta proposta, não estão a «inventar nada». «Estamos a seguir exemplos concretos de cidades portuguesas comparáveis a Aveiro - ou maiores - que já avançaram com investimento sério em videovigilância urbana», disse o vereador da oposição, dando como «exemplos concretos» o que já acontece no Porto, Braga, Coimbra, Lisboa, etc..

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Janeiro 3, 2026 . 08:30

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