
Emanuel Almeida a um passo de conquistar o The Voice Portugal
O sonho que começou ainda na adolescência está agora a um passo de se tornar realidade. Emanuel Almeida, artista natural de Santa Maria da Feira, é um dos finalistas do The Voice Portugal 2025 e prepara-se para subir ao palco da grande final já no próximo domingo. Depois de um percurso marcado pela humildade, pela consistência e por atuações emocionalmente intensas, tudo se decide agora na voz de Emanuel e no voto do público.
No passado domingo, o cantor garantiu o lugar na final numa gala particularmente exigente, tanto a nível físico como emocional. Em entrevista ao Diário de Aveiro, Emanuel confessou que vive este momento com uma mistura de felicidade, gratidão e incredulidade. «Sinto-me muito bem, muito feliz e muito realizado. Parece que é um sonho que ainda não é realidade. Emocionalmente estou tão envolvido que às vezes nem acredito em tudo o que está a acontecer», partilhou.
Um trajeto marcado pelo esforço
Desde o início do programa, Emanuel tem encarado cada fase como se fosse a última. Segundo o próprio, nunca deu nada como garantido. «Claro que qualquer pessoa que entra no programa quer chegar à final, mas eu sempre vivi cada etapa como se fosse a última. Nunca pensei que as pessoas em casa fossem votar em mim de forma tão consistente para me verem na final. Isso significa mesmo muito para mim», afirmou, visivelmente emocionado.
A gala decisiva contou com dois momentos de grande destaque. Um deles foi a atuação em quarteto com os Calema e um colega de equipa, uma experiência que Emanuel descreve como inesquecível. «Estava nos ensaios a pisar o palco com os Calema e pensava: como é que a vida dá tantas voltas? Há seis meses estava num casting presencial que nem sequer eram as provas cegas, e hoje estou a partilhar o palco com artistas que enchem estádios, com carreiras internacionais», recordou.
Para o cantor feirense, esses três minutos em palco tiveram um peso simbólico enorme. «Estar ali ao lado deles foi extremamente gratificante. É difícil até falar sem me emocionar, porque isto mexe muito comigo. Tento sempre controlar a emoção para que não atrapalhe a minha prestação, mas é impossível não sentir tudo isto de forma muito intensa», confessou.
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