
Piano Bar «sempre funcionou dentro da legalidade»
Os donos do Piano Bar garantem que o estabelecimento da Rua dos Marnotos «sempre funcionou dentro da legalidade», facto «já confirmado por decisão judicial transitada em julgado».
Na reunião pública do executivo camarário de 12 de dezembro, os donos de um prédio vizinho queixaram-se do «ruído excessivo» produzido pelo bar e da inação da autarquia. O Diário de Aveiro tentou na altura obter uma reação da empresa, sem sucesso. Agora, porém, enviaram um esclarecimento dando conta que as intervenções ocorridas na reunião «assentaram em alegações falsas, desprovidas de fundamento factual e já anteriormente analisadas e rejeitadas em sede judicial».
«Os queixosos têm, de forma reiterada, procurado imputar ao Piano Bar a origem de níveis de ruído que não lhe podem ser atribuídos», referem Daniel Alferes, Daniel Amorim e Pedro Lourenço. Notam que no passado, e com base em ensaios acústicos que viriam a «revelar-se tecnicamente inválidos e juridicamente imprestáveis», o anterior executivo decidiu reduzir o horário de funcionamento do estabelecimento. «Sucede que esses mesmos ensaios e argumentos foram integralmente desmontados em tribunal, tendo ficado inequivocamente demonstrado que não existia qualquer base técnica ou legal que sustentasse as acusações apresentadas», assinalam.
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