
Luís Souto prepara mudanças de pelouros no executivo
Dois dos pontos da próxima reunião, privada, do executivo da Câmara de Aveiro, marcada para hoje, à tarde, estão a despertar mais atenção em relação aos restantes, concretamente o primeiro ponto da ordem de trabalhos, respeitante a “Informação de pelouros”, que pode decidir uma nova atribuição de tarefas entre os vereadores eleitos, quando já foram entregues ao presidente da câmara, Luís Souto; ao vice-presidente, Rui Santos, e aos vereadores Ana Cláudia Oliveira e Pedro Almeida.
Ontem, no dia anterior à reunião, o Diário de Aveiro ainda questionou o presidente da câmara, Luís Souto, mas escusou-
-se a falar sobre o assunto. «Não faço comentários sobre cenários que vão construindo por aí», respondeu o autarca, sobre aquele ponto da reunião privada.
A atribuição de pelouros a algum vereador da oposição pode nem vir a acontecer, mas os sinais apontam para essa possibilidade se concretizar. Se isso chegar a acontecer, faltará saber a razão que suporta a decisão.
Os mesmos sinais apontam para a atribuição de pelouros, dois, ao vereador do Chega, Diogo Machado, que poderá assumir, pelo menos, o pelouro da Proteção Civil, atualmente detido pelo vice-presidente Rui Santos, e o do Turismo, uma competência executiva não atribuída a qualquer dos eleitos.
Se o ponto da agenda não se referir à atribuição de pelouros a algum vereador da oposição, então será alguma alteração que foi decidido proceder.
O regresso da taxa turística?
Outro ponto relevante da agenda da reunião é relativo ao “Regulamento da Taxa Turística - Início do Procedimento e Participação Procedimental”. Sobre esta taxa, que o anterior presidente da câmara, Ribau Esteves, aboliu, poderá estar em causa, o seu regresso.
Se assim for, terá a unanimidade dos votos dos vereadores, naturalmente, da coligação PSD-CDS-PPM e dos cinco da oposição - o do Chega e os quatro do PS.
Pelo menos, durante a campanha eleitoral das autárquicas, todos os candidatos se posicionaram a favor da aplicação de uma taxa turística no município, contrariando a vontade de Ribau Esteves, que aboliu a taxa criada pelo seu antecessor, Élio Maia. |










