
Catarina Barreto responsabiliza oposição por falhar instalação da Assembleia de Freguesia
Há duas versões do que aconteceu durante um encontro entre a oposição unida em Aradas - PS, independentes “Sentir Aradas” e Chega – e Catarina Barreto, reeleita presidente da Junta de Freguesia de Aradas, uma reunião privada que antecedeu uma tentativa, falhada, da constituição dos órgãos daquela autarquia, na noite desta sexta-feira.
Após os resultados alcançados nas eleições do passado dia 12, verificou-se a perda de maioria da Aliança com Aveiro (PSD-CDS-PPM) e aquele encontro antes da tomada de posse e instalação da assembleia de freguesia, com a formação do executivo, serviria para chegar a um entendimento. Mas não foi conseguido com a reprovação da constituição dos órgãos pela, nova, maioria do PS, “Sentir Aradas” e Chega.
A diferença das versões é quanto ao que se passou na reunião informal, em que participaram os três partidos e Catarina Barreto. Após a declaração dos três partidos - cuja votação inviabilizou a instalação dos órgãos e tomada de posse - na qual afirmam que Catarina Barreto se mostrou indisponível para um acordo, a autarca afirma que, no encontro privado, não foram abordados, ou foram esclarecidos, os temas que o PS, “Sentir Aradas” e Chega consideram ser fundamentais para votarem a favor. Designadamente, uma «auditoria quando essa palavra nunca foi sequer aventada na reunião» e sobre o litígio com duas funcionárias «não foi acordado nada quanto às trabalhadoras», afirma Catarina Barreto, que irá convocar «nova reunião em breve».













