
Bienal de Cerâmica abre exposições e entrega prémios este sábado
Os vencedores da XVII Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro são revelados amanhã, no dia da abertura das exposições e início do programa do evento, com uma sessão oficial marcada para as 15.30 horas no Teatro Aveirense.
Será o momento para revelar os autores das peças escolhidas pelo júri e entregar os três primeiros prémios deste concurso internacional, no valor de 13.000 euros, 8.000 euros e 6.000 euros, além das menções honrosas. Segundo comunicado da câmara municipal, é «o momento mais importante da sessão de inauguração» da Bienal, organizada pela autarquia, «resultado da seleção do júri, a partir de um universo de 782 obras e de 488 candidaturas» e entre estas chegaram a concurso 110 obras de 96 artistas.
Após a observação das peças, a câmara concluiu que «refletem diferentes geografias e conceitos, tal como exprimem abordagens inovadoras das técnicas e dos materiais cerâmicos». O mote para uma exposição «de referência em todo o mundo» é «cor, forma, textura, conceito e expressão», apresentando-se como uma «mostra das tendências da cerâmica artística contemporânea».
O júri foi presidido por Wan Liya, em representação da Academia Internacional de Cerâmica, e composto por Nele van Wieringen, do Keramikmuseum Westerwald, membro da Rota Europeia da Cerâmica; Patrice Jarque, em representação do Agrupamento Territorial Europeu de Cidades e Vilas de Cerâmica e das Cidades e Vilas de Cerâmica de França; Alda Tomás, da Manufatura Vista Alegre; e Rui Silva, em representação da Universidade de Aveiro, através do Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica.
Locais das exposições
- Exposição Concurso Internacional | Museu de Aveiro / Santa Joana.
- Curandeiro e Feiticeiros do fogo, do artista peruano Carlos Oliveira, na Galeria da Pedra do Museu de Aveiro / Santa joana.
- Europa Cerâmica, do Agrupamento Europeu de Cooperação de Cidades de Cerâmica, na Praça da República.
- A Poesia da forma. Sonhos., de Núria Figueiredo, no Atlas Aveiro.
- Múltiplos, da Escola de Arquitetura, Arte e Design da Universidade do Minho, da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, e do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, na Praça do Rossio.
- Fragilidade, de Paula Bastiaansen, no Museu Arte Nova.
- Fusão de Visões, da AIC Benelux, no Museu da Cidade.
- Do Vermelho ao Vermelho, de Heitor Figueiredo, na Galeria do edifício da antiga Capitania do Porto de Aveiro.
- Heliotropismo, da portuguesa Lisa Barbosa, na ESTAÇÃO.












