
Ciência com Artes chama jovens ao combate ambiental
E, ao quinto dia, a arte vai “interpretar” a ciência, com os 150 participantes no Campus Internacional de Ciência sobre Alterações Climáticas a mostrarem, na próxima quarta-feira, entre as 11 e as 13 horas, no Centro de Congressos de Aveiro, as suas visões sobre o que aprenderam, na forma de um espetáculo de dança e teatro e de sessões de multimédia, com curtas-metragens em vídeo.
Com base no conhecimento adquirido nestes dias, os jovens trabalham em equipas para desenvolver os dois tipos de projetos artísticos.
«Estão num ambiente científico, mas terão de usar as artes para comunicar», salientou Pedro Pombo, diretor da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro (FCCVA), com nota de que o evento, iniciado ontem, é integrado por estudantes do ensino secundário com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos, aos quais se juntam três dezenas de professores, em representação de seis países: Portugal, Espanha, Polónia, Brasil, México e Peru.
O campus “Climántica – eCO2rivers”, que envolve ainda 12 investigadores e 38 divulgadores de ciência da Universidade de Aveiro e de Espanha, encaminha os jovens e docentes para a busca de «respostas criativas e educativas para o problema das alterações climáticas».
Além do Centro de Congressos, a Universidade de Aveiro também acolhe atividades, a maior parte das quais decorrem na Fábrica Centro Ciência Viva.
Com nota de que os estudantes estão a ter «a oportunidade única de estar em ambiente universitário», Pombo salientou que colhem o saber de «especialistas» em alterações climáticas, participando ainda em workshops de dança, canto, improvisação teatral e musical, artes plásticas, fotografia, edição de vídeo, DJ, holografia e robótica.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










