
Registo ou documentário, eis a questão
«Apesar das promessas e das tentativas de contacto, é pouca e generalista a informação dada pela câmara neste aspeto que diz tanto à população local e aos seus descendentes», referiu, esta semana, ao Diário de Aveiro (DA) Adalberto Pinto, a propósito do tão propalado documentário que o próprio e Emanuel Santos, Filipe Carvalho, Manuel Sapage e Nuno Dias se propuseram a fazer, no ano transato, sobre o centenário das Festas em Honra de São Luís, que acontecerá em 2026. O assunto continua a dar que falar, e isto, precisamente, numa altura em que as festividades se encontram a decorrer em Figueiredo, em Pinheiro da Bemposta, no concelho de Oliveira de Azeméis.
Até então, o município oliveirense ainda não tinha reagido à carta aberta que o grupo de cineastas enviou, por duas vezes (nos passados dias 11 de junho e 30 de julho) «a pedir esclarecimentos». Apenas havia respondido à interpelação do DA sobre a referida carta, garantindo que, tal como foi noticiado na edição da passada segunda-feira, «cumprirá com o que prometeu, fazendo o registo documental ou em vídeo». Resposta que deixou os jovens apreensivos relativamente «à forma como a câmara está a posicionar-se». Estudante de Ciências da Comunicação, com ligações familiares àquele lugar da freguesia pinheirense, Adalberto Pinto afirma, em nota de imprensa remetida ao nosso jornal: «Espero estar redondamente enganado, mas parece-me que estamos prestes a cair num velho truque retórico».
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