
Após novo assalto, AFECTU tem de se reerguer outra vez
Numa bola de ténis amarela encaixada num gradeamento metálico do canil da AFECTU alguém escreveu “Loka”, o nome de uma cadela que morreu atropelada na A25, no troço junto ao estádio municipal, após as instalações da associação, em Taboeira, terem sido vandalizadas, proporcionando a fuga de três animais.«A Loka estava connosco há oito anos», descreve Jéssica Martins. «Esta é a nossa pequena homenagem».
Além da rafeira que não sobreviveu à colisão com o carro na auto-estrada, duas outras cadelas, a Artemis e a Abby, fugiram por um buraco na vedação aberto pelos intrusos. «Corremos tudo à procura delas», conta esta voluntária de 31 anos, «mas acabaram por voltar sozinhos umas horas depois».
Ela e outros três membros da instituição - Sara, Lídia e Bárbara, a que mais tarde se juntam Joana e Bruno – estão desde manhã cedo a cuidar dos animais lá instalados, perto de 50, no meio de uma grande algazarra. «Há sempre muito para fazer», conta Jéssica, explicando que os animais são diariamente cuidados e alimentados por duas equipas de voluntários, em turnos de manhã e à tarde. Os cães são soltos quatro vezes por dia e alimentados duas – esta é a rotina habitual. Mas há também «as emergências, as idas ao veterinário ou os peditórios», diz.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










