
Bandeira Azul volta a subir na praia de S. Jacinto
Ontem foi o dia para a Câmara de Aveiro hastear a Bandeira Azul à entrada da praia de São Jacinto, um símbolo de qualidade balnear que a autarquia obtém desde há 20 anos, mas outras também foram içadas como a Bandeira de Praia Acessível e a Bandeira Qualidade de Ouro 2025, atribuída pela Quercus. A desta associação ambientalista distingue a qualidade da água, «tendo exclusivamente em consideração as análises laboratoriais das Administrações Regionais Hidrográficas», e a da Praia Acessível resulta de uma parceria entre o Instituto Nacional para a Reabilitação, a Agência Portuguesa do Ambiente e o Turismo de Portugal desde que as zonas balneares permitam o seu «uso universal, sem que se ponha em causa a idade e as dificuldades de locomoção ou mobilidade».
A Bandeira Azul resulta de uma ação que a Fundação para a Educação Ambiental (FEE) começou em França para «demonstrar como a poluição não conhece fronteiras». Uma parceria entre a União Europeia e a FEE criou um sistema de certificação voluntária alinhado à Diretiva de Águas Balneares da União Europeia. O Programa Bandeira Azul visa a educação para o desenvolvimento sustentável, sendo promovido em Portugal pela Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação, secção portuguesa da FEE. Participam nesta rede 60 países e a bandeira condiciona ao cumprimento de vários critérios e à realização de atividades de educação ambiental para a sustentabilidade. Por isso, o hastear as bandeiras foi também um momento que Ribau Esteves dedicou a assuntos associados, além do «sucesso» por conseguir manter os parâmetros e as várias iniciativas «ancoradas no mar», que permitem içar a bandeira.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










