
Regimento de Engenharia N.º 3 serve Portugal cá dentro e lá fora
O Regimento de Engenharia N.º 3 , baseado em Espinho, comemorou, ontem, os seus 48 anos, com a vontade e convicção de que se manterá - sublinhou o seu comandante - uma unidade do Exército português «credível e operacional, solidária com a comunidade em que se insere, mas com capacidade para atuar em todo o país» e para participar nas missões ditadas pelos «compromissos internacionais» de Portugal.
Saudando e louvando «o recurso mais precioso» de que dispõe, os seus militares “engenheiros”, o coronel Amaral de Oliveira destacou-lhes os predicados que garantem o futuro do Regimento de Engenharia N.º 3 : «Disciplina, honra, lealdade e coragem», nomeadamente.
Deu conta de um último ano operacional marcado por «uma atividade intensa e multifacetada», realçando que o regimento assume protagonismo em muitas áreas, quer na vertente militar, quer no envolvimento com as comunidades locais, neste caso, realçando «o apoio ao desenvolvimento» e em prol «do bem-estar das populações».
O comandante enumerou a obra-feita nos últimos 12 meses, assinalando a participação em exercícios no território nacional, designadamente - destacou -visando o treino operacional de forças e o ativar do estado de prontidão.
Amaral de Oliveira salientou a participação, em junho do ano passado, em exercícios militares realizados na Galiza e vincou que o Regimento de Engenharia de Espinho também não teve mãos a medir no «apoio geral», sob a forma de realização de obras de reabilitação ou de requalificação em outras unidades do Exército nacional, que também beneficiaram da sua capacidade em termos dos transportes logísticos. A colaboração com a sociedade civil tem sido concretizada em parceria com as autarquias e outras entidades com relevância nas comunidades.
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