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Presidente da junta quer «uma revolução» na Gafanha da Nazaré

A Gafanha da Nazaré é cidade há 24 anos e a data foi celebrada ontem. O presidente da junta não teve resposta da câmara quando disse que é preciso «uma revolução» na freguesia

No dia do 24.º aniversário da elevação da Gafanha da Nazaré a cidade, comemorado ontem, o presidente da junta de freguesia, Carlos Rocha, disse no seu discurso que «é preciso acontecer uma revolução na Gafanha». Após o discurso, disse ao Diário de Aveiro que dirigia-se à câmara, contudo não obteve uma reação do presidente João Campolargo.
Discursando a seguir ao presidente da junta, o presidente da autarquia disse que «é possível viver e trabalhar com qualida­de», na Gafanha da Nazaré, além de descrever os eventos realizados na freguesia, pontos de interesse turístico, o trabalho das associações que a autarquia apoia, além de obras conhecidas, como a requalificação e ampliação da extensão de saúde, orçada em 3,6 milhões de euros, financiada por fundos comunitários do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que avançará ainda este ano. Também se referiu à aquisição de terrenos para a ampliação do cemitério e às intervenções nas ruas Gil Eanes e S. João de Deus. Outra obra, esta referida por Carlos Rocha, diz respeito à requalificação da Escola Professor Fernando Martins, a concluir até 2026, também financiada pelo PRR.

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Abril 20, 2025 . 08:30

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