José Cachide exige pedido de desculpas

Permanência do basquetebol e do futsal do Beira-Mar no pavilhão não é segura. O processo só pára após cumprida a exigência
Jornalista: 
Sérgio Loureiro

José Cachide não gostou do que leu na edição do passado domingo do Diário de Aveiro, que deu conta de que as modalidades amadoras (basquetebol e futsal) do Beira-Mar iriam, no mínimo, poder utilizar o pavilhão do Alboi até ao final da presente época desportiva.
O ex-dirigente, contrariando a fonte do nosso jornal, afirmou, peremptoriamente, que “o acordo a que chegámos, num almoço onde esteve presente o presidente do Conselho Fiscal do clube, é que eu só autorizaria a manutenção do basquetebol e do futsal caso o actual presidente do clube viesse, publicamente, pedir-me desculpas pela forma como me tratou em diversas ocasiões. Em causa, está a minha dignidade e o meu bom nome”, defende.
José Cachide assegura que a sua posição é irredutível, adiantando, ainda, que “o processo de despejo está em andamento, à ordem da solicitadora, e só pára quando eu disser. Caso o senhor presidente do Beira-Mar não me peça desculpas, o pavilhão terá que ser despejado dos actuais utilizadores”.

António Regala
nega-se à exigência
Confrontado perante esta posição de José Cachide, António Regala afirma que “enquanto presidente do Beira-Mar, não pedirei desculpa porque em nenhum momento o tratei mal. Nem como presidente, nem a nível pessoal. Aliás, ele é que tem que pedir desculpa ao clube pelo mal que lhe fez”, disse.

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