José Cachide exige pedido de desculpas
José Cachide não gostou do que leu na edição do passado domingo do Diário de Aveiro, que deu conta de que as modalidades amadoras (basquetebol e futsal) do Beira-Mar iriam, no mínimo, poder utilizar o pavilhão do Alboi até ao final da presente época desportiva.
O ex-dirigente, contrariando a fonte do nosso jornal, afirmou, peremptoriamente, que “o acordo a que chegámos, num almoço onde esteve presente o presidente do Conselho Fiscal do clube, é que eu só autorizaria a manutenção do basquetebol e do futsal caso o actual presidente do clube viesse, publicamente, pedir-me desculpas pela forma como me tratou em diversas ocasiões. Em causa, está a minha dignidade e o meu bom nome”, defende.
José Cachide assegura que a sua posição é irredutível, adiantando, ainda, que “o processo de despejo está em andamento, à ordem da solicitadora, e só pára quando eu disser. Caso o senhor presidente do Beira-Mar não me peça desculpas, o pavilhão terá que ser despejado dos actuais utilizadores”.
António Regala
nega-se à exigência
Confrontado perante esta posição de José Cachide, António Regala afirma que “enquanto presidente do Beira-Mar, não pedirei desculpa porque em nenhum momento o tratei mal. Nem como presidente, nem a nível pessoal. Aliás, ele é que tem que pedir desculpa ao clube pelo mal que lhe fez”, disse.






