Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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“O CETA tem uma herança fantástica e é incrível fazer parte dessa história”


Adérito Esteves quinta, 05 maio 2016
Natural de Aveiro, a cidade onde viveu até aos 18 anos, e onde ainda residem os pais, o actor Romeu Costa afirma que aquilo que é deve-o “a essa cidade e a todos esses sítios”, notando a “relação emocional muito grande” com a mesma. Além disso, foi no Círculo Experimental de Teatro de Aveiro (CETA) que “descobriu” o Teatro, e onde se iniciou. Por isso, era obrigatório começar esta conversa pelo princípio, ainda que os saltos temporais sejam, depois, uma constante nesta entrevista. Diário de Aveiro: Antes de se mudar para Lisboa para continuar os estudos, já tinha experiência como actor amador, que foi ganhando no CETA, não é assim? Romeu Costa: Certo. O primeiro contacto que tive com o Teatro foi no CETA. Foi uma experiência fundamental para mim, ter descoberto o Teatro através deste grupo amador, com pessoas fantásticas, num sítio maravilhoso como o Canal de S. Roque. O CETA é dos grupos de teatro amador mais antigos do país, o que é uma herança fantástica. E fazer parte dessa história é incrível. Eu tinha 12 anos quando comecei a fazer espectáculos de teatro. Eu tinha ido com o meu irmão ver um espectáculo e fiquei fascinado com o espaço. E foi assim que tudo começou. No CETA fiz amigos para a vida. (...) Sábado estará em Ovar, com Bruno Nogueira e Nuno Lopes Terminadas as gravações de “Santa Bárbara”, os últimos meses de trabalho de Romeu Costa foram dedicados ao teatro, e à peça “A conquista do Pólo Sul”, com encenação de Beatriz Batarda, e que o faz dividir o palco com Bruno Nogueira, Nuno Lopes, Miguel Damião e Flávia Gusmão. Depois de três semanas em cena no S. Luís, em Lisboa, o espectáculo inicia a sua digressão, neste sábado (22 horas), no Centro de Arte de Ovar, com um custo de 5 euros.
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