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Saiu do país para ajudar a combater o terrorismo e o tráfico de droga


Diana Cohen domingo, 25 agosto 2019
O “bichinho” de sair do país e lançar-se à aventura sempre esteve dentro de si e levou-a muito longe e até realidades bem diferentes daquelas que conhecia. Guiné-Bissau, Cabo Verde, França e Bélgica são os três países que acolheram Andreia Teixeira, que tem dedicado os últimos anos a projectos de combate ao tráfico de droga e terrorismo.Natural de Oliveira de Azeméis e formada em Direito no Porto, onde morou durante vários anos, a advogada começou por exercer a actividade entre esta cidade e Vila Nova de Gaia, até que concorreu a um cargo de conselheira jurídica associada do Escritório das Nações Unidas de Combate às Drogas e ao Crime (UNODC). O seu primeiro contrato com a UNODC foi em regime de voluntariado, tendo sido, aliás, a primeira voluntária de sempre nesta agência.Depois de um processo de selecção e de exames médicos, partiu para a Guiné-Bissau, onde esteve quase três anos. “Os primeiros três meses a viver em África foram uma luta, em que tive de absorver centenas de acrónimos e perceber como funcionava a máquina gigante e pesadíssima da Organização das Nações Unidas, ao mesmo tempo que o meu corpo se habituava ao clima, à comida e à falta de água e luz” permanente. Mas, a partir daí, a Guiné-Bissau passou a fazer parte de mim”, recorda.
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