Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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Adriano Callé Lucas

Não falta xisto à aldeia que, ao fundo, tem escombreiras. O postal fica mais rico com as gravuras à beira do zêzere


sexta, 23 agosto 2019
Parecem pirâmides. Ao longe, tudo leva a crer que sim. Mas tudo não passa de ilusão de óptica. Quilómetro após quilómetro, curva atrás de curva e com a viagem a aproximar--se da Aldeia do Xisto da Barroca, percebe-se que o que ali está, resulta mesmo de mão humana. O que o homem lá deixou ficar não é, propriamente, a imagem mais fotogénica, tendo em conta o restante cenário envolvente em que o pinhal se assume como dominante numa paisagem natural onde as águas do Rio Zêzere têm a cor que faltava a este quadro oferecido pela Beira Baixa. Mas voltemos às pirâmides, que mais não são do que as escombreiras da Lavaria do Cabeço do Pião, que, outrora, pertenceram às Minas da Panasqueira.
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