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Corso de Carnaval na Nazaré manteve autenticidade para cerca de 100 mil pessoas


Texto: Mário Pinto / Foto: Luís Filipe Coito quarta, 14 fevereiro 2018

“Na Nazaré não temos sambas, temos marchas. O que nos distingue dos outros desfiles de Carnaval do País é o facto de o nosso ser autêntico e genuíno, para além de mobilizar milhares de pessoas”. Estas foram as primeiras palavras de Walter Chicharro, presidente da Câmara Municipal da Nazaré, e ‘comandante’ do tradicional desfile de Carnaval da Nazaré, antes do início do corso carnavalesco de ontem à tarde, que deu duas voltas às marginal e às ruas adjacentes, perante uma assistência de cerca de 100 mil pessoas, que não quiseram perder pitada de um dos desfiles carnavalescos mais emblemáticos e carismáticos do distrito de Leiria e do País. Ontem, contrariamente aos anos anteriores, os 20 carros alegóricos e os cerca de mil foliões, só começaram a marchar minutos depois das 15h30, ao som da música da marcha geral 2018, intitulada ‘Ná Pai Pá Gente’, com os reis do Carnaval - Adália Maria Santos, mais conhecida por ‘Dálinha’ e co-fundadora de um dos maiores grupos do Carnaval da Nazaré, ‘As Maltezas, uma banda infernal’, e António Oliveira (conhecido por ‘Tato’) -, a fazer as delícias dos visitantes, que do alto seu trono distribuíram beijos às milhares de pessoas vindas de vários concelhos do distrito e limítrofes.

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