Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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Tribunal julga bofetada que matou médico


terça, 16 fevereiro 2016
A mulher que está acusada de ter esbofeteado um médico de Soure – que acabaria por morrer por ter caído por uma escadaria abaixo – não quis ontem falar na primeira sessão do julgamento que decorre no Tribunal de Coimbra. Nas declarações que prestara logo após o crime – e que foram ontem lidas pelo juiz Miguel Veiga – a arguida confessara que dera uma bofetada ao médico, mas justificou a agressão com a uma violação de que teria sido vítima, na véspera, por parte do mesmo médico. As visitas da arguida a casa do médico Saul Cardoso seriam regulares. A arguida disse na altura que o fazia para pedir receitas médicas, mas segundo a acusação do Ministério Público, ambos «mantinham um relacionamento de natureza concretamente não apurada». Na versão apresentada pela arguida, a 24 de Setembro de 2012, numa dessas visitas e a pretexto de lhe mostrar uns exames, o médico, na altura com 78 anos, convidou-a a subir ao primeiro andar da residência onde, depois de fechar portas e janelas, arrancou-lhe o fecho do casaco e forçou-a manter relações sexuais.
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