Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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População de Águeda põe mãos à obra… em vez de meter as mãos na cabeça


Adérito Esteves terça, 16 fevereiro 2016
Não há tempo a perder. Habituados a cenários de inundações há várias décadas, os comerciantes das zonas mais baixas da cidade de Águeda querem é voltar à normalidade. Depois hão-de ter tempo para contabilizar prejuízos. Mas primeiro, há que limpar e substituir o que for necessário para entrar em funcionamento. Até porque, quanto mais tempo as portas se mantiverem fechadas, maiores serão as perdas. Foi com essa vontade que o nosso jornal se deparou ontem de manhã, na baixa da cida­de... que já nem parece a mesma. Fruto de muito trabalho. Isso mesmo realçava, no terreno, Jorge Almeida, vice-presidente do município. “O que se tem de destacar é o espírito dos comerciantes, moradores e de todas as pessoas que têm estado aqui a trabalhar. Mal a água deu oportunidade, começaram a limpar”, elogiava, concluindo: “em vez de se queixarem, estas pessoas tiveram espírito para recolocar tudo em ordem”. Numa das lojas da zona mais baixa da Praça da República, António Martins, responsável por uma seguradora esperava “ter tudo operacional ao final do dia”. A água subiu um metro”, quando “costuma ficar só com um palmo”, realçava, dizendo que a maior surpresa das cheias do fim-de-semana foi que, “desta vez, a água ficou dois dias dentro da loja, e das outras vezes sai logo”, lembra.
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