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| Albergaria-a-Velha: Trabalhadores da Sebra avançam com rescisão dos contratos | | Funcionários têm quatro meses de salários em atraso e rescindiram contratos. Administração garante que a situação ficará resolvida em breve | Os 123 trabalhadores da Sebra – Indústria de Mobiliário de Madeira em Kit, empresa sedeada em Albergaria-a-Nova, freguesia da Branca, avançaram com um processo de rescisão dos contratos de trabalho face aos quatro meses de salários que têm em atraso. O fundo do desemprego é o próximo caminho a que os trabalhadores vão recorrer, mas antes não deixaram de organizar uma manifestação à porta das instalações da empresa, reclamando os seus direitos. A Sebra integra um grupo que tinha outra empresa do ramo em Ovar e outra em Oliveira de Frades, a Oligrama, ligada ao sector das rochas ornamentais e que também já encerrou as portas. Segundo os trabalhadores, “há encomendas e até há lucros, mas não há dinheiro para pagar os salários”, pelo que questionam os motivos de haver salários em atraso. O administrador da Sebra, José António Azevedo Rodrigues, diz que são 111 os trabalhadores da unidade fabril de Albergaria-a-Nova que se encontram com salários em atraso e garante que “dentro de poucos dias” a situação vai ficar definida. (Ler notícia completa na edição em papel)
Jacinto Martins
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